quarta-feira, 16 de maio de 2012
Charge
terça-feira, 15 de maio de 2012
Anúncio publicitário
Neste anúncio publicitário é possível perceber que é destinado às mulheres, pois no canto direito na parte de baixo do anúncio está escrito "Para unhas mais fortes, mais longas", ou seja, interlocutor específico. O anúncio tem como objetivo atingir as mulheres, estimulá-las para a compra do produto.
Uma interessante relação entre a imagem e o texto é que a imagem mostra uma unha pintada pelo esmalte abrindo uma lata, o que é aparentemente impossível, mas como a unha fortalece e alonga as unhas, é possível que isso aconteça.
Agindo, mas não para o mundo ver
Não se sabe ao certo se o protagonismo juvenil atual é maior ou menor que antigamente, mas para a maioria, os jovens atuais são individualistas e acomodados à realidade e ainda são culpados por isso, sem levarem em conta qualquer tipo de influência cultural.
Quando o assunto é estudado em profundidade, pode-se perceber que os jovens de hoje em dia são realmente diferentes dos de antigamente, mas levando em consideração que o mundo de hoje é totalmente capitalista, e o capitalismo tem a ideia de individualismo, as pessoas acabam não pensando no bem da sociedade mas pensam no próprio bem.
Já os antigos jovens havia um maior protagonismo na sociedade, eles manisfestavam suas opiniões atuando em campanhas e movimentos. Pois viviam em um mundo socialista, onde suas preocupações era com o bem de todos.
Para a juventude antiga, a união entre eles acontecia para que conseguissem algo grande para o bem da sociedade, por isso tantas manifestações; hoje, no mundo individualista, as manifestações não ocorrem, pois ninguém procura ter a iniciativa de agir, porém atualmente, as diferenças entre as pessoas não são tão destacadas. O atual protagonismo juvenil pode não ser de maior destaque mas eles agem, entretanto, não é o mundo que sabe, apenas quem procura sobre o assunto vê que os jovens não estão totalmente "acomodados".
Quando o assunto é estudado em profundidade, pode-se perceber que os jovens de hoje em dia são realmente diferentes dos de antigamente, mas levando em consideração que o mundo de hoje é totalmente capitalista, e o capitalismo tem a ideia de individualismo, as pessoas acabam não pensando no bem da sociedade mas pensam no próprio bem.
Já os antigos jovens havia um maior protagonismo na sociedade, eles manisfestavam suas opiniões atuando em campanhas e movimentos. Pois viviam em um mundo socialista, onde suas preocupações era com o bem de todos.
Para a juventude antiga, a união entre eles acontecia para que conseguissem algo grande para o bem da sociedade, por isso tantas manifestações; hoje, no mundo individualista, as manifestações não ocorrem, pois ninguém procura ter a iniciativa de agir, porém atualmente, as diferenças entre as pessoas não são tão destacadas. O atual protagonismo juvenil pode não ser de maior destaque mas eles agem, entretanto, não é o mundo que sabe, apenas quem procura sobre o assunto vê que os jovens não estão totalmente "acomodados".
domingo, 25 de março de 2012
Viver não dói - Carlos Drummond de Andrade
"A cada dia que vivo, mais me convenço de que o desperdício da vida está no amor que não damos, nas forças que não usamos, na prudencia egoísta que nada arrisca, e que, esquivando-se do sofrimento, perdemos também a felicidade...
A dor é inevitável.
O sofrimento é opcional."
Recebemos esse texto na aula de Literatura com a professora Mariana. Logo que li gostei do texto, achei muito interessante. Nele pude até me identificar, é algo que nunca tinha parado para pensar, refletir... Mas quando li, percebi que não só eu mas muitos pensam que sabem viver, mas o que é a vida sem riscos? Sem sofrimentos...? Temos medo de sofrer, a partir desse medo, perdemos também a oportunidade de sermos felizes. Doer sempre irá doer, mas existem momentos e pessoas que valem a pena o sofrimento quando a felicidade prevalece. Vamos viver sem medo, a vida é muito curta para ser desperdiçada.
Qual o meu papel no século XXI?
Em uma conversa entre mim, meus pais e meus avós, começamos a conversar sobre músicas antigas, aquelas da época em que eles eram adolescentes... E ouvindo-as, prestando atenção na letra das músicas, não entendia muito mas comecei a associá-las a matéria que eu estou aprendendo na escola, de historia e até entendi melhor, vi que está tudo "associado". Achei isso muito legal, porque vi que escutando músicas antigas, além de serem boas, também consigo estudar um pouco do passado e entender melhor sobre Ditadura militar!
Hoje em dia, muitos acham que não existem mais músicas boas, mas isso é uma completa mentira. Só ouve música ruim quem quer, basta procurar, aumentar seu conhecimento musical e não ficar apenas ouvindo o que está na "moda". Sim, infelizmente músicas sem conteúdo, atualmente, tem mais do que antigamente mas só tem mais porque as pessoas escutam mais, e ainda ousam reclamar disso, quando a culpa é nossa. Se não existisse público, ninguém criaria. Muita coisa mudou mas ao mesmo tempo, muita coisa ainda permanece. A música, acima de tudo, serve para nos acalmar, para esquecer um pouco da vida... E acredito que para meus pais e avós, também servia para isso. Mas por outro lado, a música as vezes perde seu sentido, as palavras colocadas nelas são, muitas vezes, fúteis. Sem sentido algum, querendo dizer absolutamente nada.
Não vivo sem musica e acredito que muitos também não vivam, por isso, vamos lutar por algo melhor, músicas nacionais são pouco escutadas, porque nosso pais muitas vezes é conhecido pelo "funk", mas aqui temos sim muitas músicas boas, vamos espalhá-las para o mundo. Nós, jovens, podemos fazer um mundo (musical e não musical) muito melhor!
Hoje em dia, muitos acham que não existem mais músicas boas, mas isso é uma completa mentira. Só ouve música ruim quem quer, basta procurar, aumentar seu conhecimento musical e não ficar apenas ouvindo o que está na "moda". Sim, infelizmente músicas sem conteúdo, atualmente, tem mais do que antigamente mas só tem mais porque as pessoas escutam mais, e ainda ousam reclamar disso, quando a culpa é nossa. Se não existisse público, ninguém criaria. Muita coisa mudou mas ao mesmo tempo, muita coisa ainda permanece. A música, acima de tudo, serve para nos acalmar, para esquecer um pouco da vida... E acredito que para meus pais e avós, também servia para isso. Mas por outro lado, a música as vezes perde seu sentido, as palavras colocadas nelas são, muitas vezes, fúteis. Sem sentido algum, querendo dizer absolutamente nada.
Não vivo sem musica e acredito que muitos também não vivam, por isso, vamos lutar por algo melhor, músicas nacionais são pouco escutadas, porque nosso pais muitas vezes é conhecido pelo "funk", mas aqui temos sim muitas músicas boas, vamos espalhá-las para o mundo. Nós, jovens, podemos fazer um mundo (musical e não musical) muito melhor!
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